PLAYBOYS DE SAVEIRO: PRECISAMOS FALAR SOBRE ISSO

Sabe quando você está em alguma lanchonete aproveitando a calmaria de um domingo preguiçoso, tomando uma cerveja, conversando com sua namorada sobre a vida; ao seu lado, famílias reunidas conversam a esmo, crianças brincam no parquinho, você sente aquela paz de espírito, mas então, ao longe, é possível ouvir uma música — que até aquele … Continue lendo PLAYBOYS DE SAVEIRO: PRECISAMOS FALAR SOBRE ISSO

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NOTA LITERÁRIA #16 – RESSURREIÇÃO (MACHADO DE ASSIS)

Hoje lhes trago o primeiro romance escrito por Machado de Assim: Ressurreição (1872), e, também, o primeiro livro que li e consegui absorver alguns diamantes deste autor. Digo "o primeiro", pois na época do ensino médio, nas aulas de literatura, onde a professora obrigava todos os alunos a ler "Memórias Póstumas de Brás Cubas", eu não … Continue lendo NOTA LITERÁRIA #16 – RESSURREIÇÃO (MACHADO DE ASSIS)

OLHOS CHEIOS DE CORAGEM

João, tempos atrás, enfatizava, com olhos rútilos, para seu velho amigo Josias: — Aquela mulher é tão bela que eu não consigo ficar cinco minutos ao lado dela. Tu tens noção disso? Cara, assim, eu fico nervoso, sabe? Como pode a beleza feminina mexer tanto com a gente? — Entendo. — Não, tu não estás … Continue lendo OLHOS CHEIOS DE CORAGEM

A SOLIDÃO DEVE SER SUA AMANTE, NÃO SUA NAMORADA

“Reservado”. Está aí um adjetivo que ouvi sobre mim durante muito tempo, seja nos relacionamentos amorosos, no núcleo familiar ou em qualquer outro vínculo social. Mas o que seria um cara “reservado”? Praticamente alguém que namora com a solidão e tem dificuldade de expor seus sentimentos para o outro, peremptoriamente face a face. Por este … Continue lendo A SOLIDÃO DEVE SER SUA AMANTE, NÃO SUA NAMORADA

Eu e o Cauã Reymond: separados por uma tal de “genética”

Dias atrás eu ria sozinho. Lembrei-me de certa vez que fui cortar o cabelo. Na época, havia recém-começado a moda de raspar a cabeça nas laterais e deixar o cabelo maior em cima. Falava-se no estilo “Cauã Reymond”. Aliás, ele era um dos protagonistas de uma novela das nove que eu não lembro o nome, … Continue lendo Eu e o Cauã Reymond: separados por uma tal de “genética”

O primeiro cumprimento da vida para conosco é o desconforto.

O primeiro cumprimento da vida para conosco é o desconforto. Como quem diz: “Bem-vindo à vida, agora acabou a moleza!” Explico: já nascemos no desconforto. Talvez seria melhor se ficássemos a eternidade no ventre de nossas mães, protegidos em um sono eterno. Todavia, percebam que para nos expormos ao mundo, somos forçados pela natureza a … Continue lendo O primeiro cumprimento da vida para conosco é o desconforto.

O nome deste edifício será “amor”.

Numa vida a dois, os pormenores fazem toda a diferença. As pequenas coisas, os pequenos esforços de cada um dentro da relação são responsáveis por feitos grandiosos na vida de um casal. É como se construíssemos um edifício até o infinito. Dia após dia, semana após semana, tijolo por tijolo. Vez ou outra vamos necessitar … Continue lendo O nome deste edifício será “amor”.