Sobre

79378225_2226444847648670_8634205100547506176_oNasci no ano de 1992 no frio da serra gaúcha; numa cidade chamada São Francisco de Paula. Não nasci com talento algum; não era virtuoso em nada. O que fazia melhor era usar minha criatividade ao meu favor; e, segundo minha mãe, ela podia me dar qualquer brinquedo, que eu, na minha mais lúdica consciência, achava algum jeito de me divertir. Na maior parte das vezes criava histórias na minha cabeça, principalmente à noite, antes de dormir. Fantasiava utopias, desenhava heróis, e sonhava em um dia me mudar para o Japão e me tornar um ninja (é verdade).

Com meus 14 anos, comecei a aprender violão, e garanto que foi a melhor coisa que já fiz na vida. Logo que aprendi os primeiros quatro acordes, compus minha primeira canção, chamada “Me Apaixonei”, e sim, era uma bosta. O que um jovem sabe sobre a paixão? Aliás, o que um jovem sabe sobre a vida? Mas com isso percebi algo que mudaria a minha existência para sempre: a liberdade de criação. Não há maior sensação de liberdade quando me coloco a escrever algo. Letras e palavras que saem da sua alma, saem do seu universo. Cada vez que isso acontece me sinto útil de alguma forma, sinto como se minha existência tenha algum sentido. “Escrever para não enlouquecer.” Eu faria tudo isto de graça, aliás, eu faço de graça, pois não há benefício maior que o apreço da própria consciência.

Seja bem-vindo!

Para contato: mullerangra@gmail.com

3 comentários em “Sobre

  1. Penso que vida é isso mesmo Guilherme, nos propormos a executar muitas coisas, das quais boa parte não temos vocação e nem formação. O resultado nem sempre nos surpreende. Mas, é assim que testamos nossas aptidões e quando de súbito, nos encontramos. O verdadeiro resultado que importa é o equilíbrio adquirido da sensibilidade do que se observa dessa vida, pois, é quando quase conseguimos apalpar nossa maturidade e dizer, agora, eu sou.
    Escrever é mesmo uma experiência incrível, mas, muitas vezes solitária. O escritor é solidão. O leitor interpreta o que quiser do que escreveu, se é que leu. A cada dia você apura os outros eus que observa e a si mesmo, por consequência, melhora sua escrita.
    Ou seja, querer se tornar um bom escritor é praticamente o mesmo que querer ser um ninja (risos)
    Gostei de tuas reflexões, contos e poemas.

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    1. Concordo com tudo que disse. E realmente, o resultado destas execuções é uma maturidade e um norte que achamos para seguir.
      Escrever é realmente solitário, e por isso mesmo que sou apaixonado pela escrita.
      Gostei da sua análise, obrigado pela visita. Abs.

      Curtido por 1 pessoa

  2. Olá guilherme, tudo bem? Gostei muito do seu blog e toda sua estrutura online, mais confesso que o que mais gostei foi a forma como você se colocou quando falou sobre você, foi muito bom, você transpareceu franqueza, simplicidade e mostrou que embora ainda não visualizasse todas as suas virtudes se descobriu ao longo do tempo e ao meu ver têm se saído muito bem desejo muito sucesso!

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