A VERDADEIRA TRISTEZA NÃO SE ASSOA

“A verdadeira tristeza não se assoa.” Esta frase maravilhosa, tirei de uma crônica de Nelson Rodrigues. Vejam como Nelson observava o óbvio, e, justamente por isso, era um gênio. Imaginem a cena de uma viúva aos prantos no enterro do marido, derramando-se em lágrimas, aquelas lágrimas que nos impedem de falar, de respirar. Um parente … Continue lendo A VERDADEIRA TRISTEZA NÃO SE ASSOA

FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO

Natal e ano novo me lembram a infância. Naquela época parecia tudo tão mágico e ao mesmo tempo tudo tão simples. Reuníamos a família no hotel da minha vó. Primos, tios, crianças, adultos e adolescentes. Todos interagindo no mesmo ambiente. Eram piadas, risadas, sorrisos. Talvez eu esteja superestimando esta época, mas é o que está … Continue lendo FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO

NA FALTA DO QUE FAZER, INVENTEI A MINHA LIBERDADE

Subir em um palco e interpretar uma canção. Está aí uma das coisas mais grandiosas que fiz na vida; e não digo “grandiosa” pela dificuldade, digo isso pela carga de sentimentos que passam pelo corpo enquanto se está no palco. É algo tão único e inexplicável que a única forma de explicar-vos é com uma … Continue lendo NA FALTA DO QUE FAZER, INVENTEI A MINHA LIBERDADE

A Descoberta da Amizade

Arrisco-me a dizer que poucas coisas são tão importantes quanto as amizades de infância. E por quê? Nossos amigos de infância participam de uma fase de nossa existência onde estamos descobrindo o mundo, descobrindo como funciona esse negócio chamado “vida”. Toda vez que lembrarmos de nossas primeiras experiências sobre a Terra, lá estará pelo menos … Continue lendo A Descoberta da Amizade

Eu e o Cauã Reymond: separados por uma tal de “genética”

Dias atrás eu ria sozinho. Lembrei-me de certa vez que fui cortar o cabelo. Na época, havia recém-começado a moda de raspar a cabeça nas laterais e deixar o cabelo maior em cima. Falava-se no estilo “Cauã Reymond”. Aliás, ele era um dos protagonistas de uma novela das nove que eu não lembro o nome, … Continue lendo Eu e o Cauã Reymond: separados por uma tal de “genética”

O primeiro cumprimento da vida para conosco é o desconforto.

O primeiro cumprimento da vida para conosco é o desconforto. Como quem diz: “Bem-vindo à vida, agora acabou a moleza!” Explico: já nascemos no desconforto. Talvez seria melhor se ficássemos a eternidade no ventre de nossas mães, protegidos em um sono eterno. Todavia, percebam que para nos expormos ao mundo, somos forçados pela natureza a … Continue lendo O primeiro cumprimento da vida para conosco é o desconforto.

O nome deste edifício será “amor”.

Numa vida a dois, os pormenores fazem toda a diferença. As pequenas coisas, os pequenos esforços de cada um dentro da relação são responsáveis por feitos grandiosos na vida de um casal. É como se construíssemos um edifício até o infinito. Dia após dia, semana após semana, tijolo por tijolo. Vez ou outra vamos necessitar … Continue lendo O nome deste edifício será “amor”.