UMA CRÔNICA “IMBROCHÁVEL”!

Agora, em épocas de eleições, em tempos onde os ânimos estão exaltados entre esquerda e direita, lembro-me da minha militância antipolítica, lá pelos idos de 2016. Espere, minto! Eu era um militante antipolítico, e não antipolítica. Aliás, ainda há resquícios em mim desta ojeriza a políticos. Sempre os vi como demagogos prontos para roubar oContinuar lendo “UMA CRÔNICA “IMBROCHÁVEL”!”

O AMOR DOCE DE MINHA MÃE

Estes dias, numa sessão de terapia, emocionei-me ao relatar para a paciente em minha frente o momento que cortei o cordão umbilical com minha progenitora. Engana-se quem pensa que o cordão umbilical é cortado logo após o parto. Continuamos naquele enlace de sobrevivência com nossa mãe por mais alguns anos. Ora, ela nos dá deContinuar lendo O AMOR DOCE DE MINHA MÃE

POR QUE PROSTITUTAS NÃO BEIJAM NA BOCA?

Na última crônica, apesar de eu ter escrito palavras a dar com pau, percebi que não foram suficientes. A iniciei com uma indagação cuja resposta quero refletir agora. Ora, por que prostitutas não beijam na boca? Por que introduzir uma língua em uma boca é mais íntimo do que introduzir você-sabe-o-que no lugar que você-sabe-onde?Continuar lendo “POR QUE PROSTITUTAS NÃO BEIJAM NA BOCA?”

SEXO SEM AMOR

Você, leitor, já se perguntou por que prostitutas não beijam na boca? Comecei bem a crônica de hoje! Pergunto isso, pois alguém, estes dias, mandou um áudio num destes grupos de WhatsApp onde só têm homens casados, e, no áudio, um velho reclamava pelo fato de pagar quinhentos reais para sair com uma garota deContinuar lendo “SEXO SEM AMOR”

EU SEI QUEBRAR PESCOÇO!

Na minha infância, sempre fui um cagão contumaz. Desde cumprimentar os transeuntes até arriscar um beijo “despretensioso” nos lábios de Luísa — esta crônica está no Ninguém Deveria Envelhecer Sozinho. Mas não era só isso! Eu tinha um medo absurdo de apanhar. Pouquíssimas foram as vezes que ouvi a frase espectral que ressoava nos corredoresContinuar lendo “EU SEI QUEBRAR PESCOÇO!”

“BOM DIA, DONA LOURDES”

Na semana passada, disse que uma das coisas que sentia falta do meu antigo trabalho, era do Naldo, o canalha honesto. Hoje, ao ir à santa missa e me deparar com um mar de cabelos brancos e grisalhos, me atentei à outra saudade: dona Lourdes. Como eu ia caminhando para o trabalho, passava todos osContinuar lendo ““BOM DIA, DONA LOURDES””

A MEDIDA DE AMAR É AMAR SEM MEDIDA

Confesso, leitor, que muitas vezes, sento-me aqui, nesta poltrona, e não sei bulhufas do que escrever. Tenho algumas ideias incompletas que vagueiam pelo limbo obscuro da minha inteligência limitadíssima, mas são só frases soltas. Eis que de uma frase solta, eis que de uma mísera palavra, ocorre-me uma lembrança, que faz a minha imaginação trabalharContinuar lendo “A MEDIDA DE AMAR É AMAR SEM MEDIDA”

O DESPERTAR DE UM CANALHA

Se tem algo que sentirei falta do meu antigo emprego, é do Naldo, cujo apelido se tornou espectral em minhas crônicas: Naldo, o Canalha Honesto. “Se é honesto, não é canalha! Se é canalha, não é honesto!” Pensaria, de maneira leviana, o leitor. Ora, o Naldo, na verdade, é um ex-canalha honesto. Hoje o homemContinuar lendo “O DESPERTAR DE UM CANALHA”

DIANTE DA MORTE, ABRACE!

Minha vó materna faleceu. Eu preciso escrever sobre isso. Eu preciso deixar marcado em algum lugar os acontecimentos destes últimos dias. Coisa de escritor. Ora, se não houvesse esta vontade obsessiva de relatar as marcas do tempo por meio das palavras, que tipo de escritor seria eu? Eis me aqui, sentado na poltrona do meuContinuar lendo “DIANTE DA MORTE, ABRACE!”

ELA É MUITO MELHOR DO QUE EU

Pensava, na véspera, sobre o fato inexorável e ululante de que tornei-me um homem melhor graças à minha mulher, a Adeline. É inegável! E veja você, leitor, o contraste monumental que há entre o Guilherme de 2018 e o Guilherme de 2022. Se colocasse, em um ringue, estes dois Guilhermes para se pegarem no soco,Continuar lendo “ELA É MUITO MELHOR DO QUE EU”