TÔ SÓ PELA PRÓXIMA MISSA DE DOMINGO!

Comecei 2021 indo na primeira missa do ano. E fazia tempos que não pisava dentro de uma igreja. Eu usava a desculpa que o meu Deus era pessoal, eu não precisava visitar Sua casa, eu era Sua casa celestial, então bastava eu rezar um Pai Nosso antes de dormir e pronto, dívida paga com oContinuar lendo “TÔ SÓ PELA PRÓXIMA MISSA DE DOMINGO!”

É UM MILAGRE! É AMOR!

Todo final de ano me encho de esperanças. É como se eu pudesse pegar os erros da véspera e não repeti-los no ano seguinte. É como se eu pudesse pegar projetos engavetados e colocá-los em prática no ano seguinte. As ideias surgem como um turbilhão. Sento-me em frente ao computador e as coloco em umaContinuar lendo “É UM MILAGRE! É AMOR!”

NADA NOS HUMILHA MAIS DO QUE O DESEJO

Você, leitor, já parou para pensar que nada nos humilha mais do que o desejo? Imagine um homem barbado, sentado em frente ao computador, nu. Literalmente com o pau na mão, se acariciando para um monitor LCD. Após o clímax, de imediato, o miserável fecha as quinze abas que havia aberto com a intenção deContinuar lendo “NADA NOS HUMILHA MAIS DO QUE O DESEJO”

UMA BOA RELAÇÃO AMOROSA É COMO UMA DANÇA

Me perguntaram, tempos atrás, o que eu considerava uma “boa relação amorosa”. Digo-lhe, leitor, que vejo uma boa relação amorosa como uma dança, onde o homem toma coragem e tira a mulher para dançar. E é ele quem deve conduzir a moça pelo salão. A mulher, envolvida nos braços de seu galanteador, deixa-se ser conduzidaContinuar lendo “UMA BOA RELAÇÃO AMOROSA É COMO UMA DANÇA”

SOMOS UM ROMANCE AMBULANTE

Há algo mais extraordinário do que pessoas comuns, vivendo suas vidas comuns e contando suas histórias comuns? Todos nós somos um romance ambulante de, pelo menos, mil páginas — e mil páginas é um baita calhamaço. Mil páginas lidas, relidas e entendidas na sua profundida, podem lhe ocupar a alma por anos, ou, quem sabe,Continuar lendo “SOMOS UM ROMANCE AMBULANTE”

CABEÇA PARA DAR E VENDER

A minha cabeça era grande, gigantesca, monumental. Sim, a crônica desta semana é para falar de minha aparência deplorável. Os que me conhecem há tempos se oporão: “Era? Não! Ainda é!” Hoje ela ainda é grande, admito, porém, o contraste com o restante do meu corpo passou a ser menor. Ora, agora eu tenho 108Continuar lendo “CABEÇA PARA DAR E VENDER”

BALADA NÃO É UM BOM LUGAR PARA SE ESTAR

Que semana, meus queridos, que semana. Hoje quero refletir sobre o caso mais aclamado do momento, o de Mari Ferrer, sim. Não sou desses de entrar em polêmicas, e nem quero. Aliás, nem vou me ater às especificidades deste caso, apenas relatarei as reflexões que fiz a partir dele. Não serei mais um juiz daContinuar lendo “BALADA NÃO É UM BOM LUGAR PARA SE ESTAR”

OLHOS FAMINTOS

Ao sentar-me no sofá para assistir a um filme de terror na Netflix, lembrei-me da infância. O leitor já deve ter notado que há semanas venho lembrando da época mais inocente da minha vida. Isso se deve ao fato de obrigar-me a escrever. A escrita me obriga a rebuscar memórias, e como isso é maravilhosoContinuar lendo “OLHOS FAMINTOS”

EU ERA UM COMPLETO CANALHA

Após terminar o meu primeiro namoro, estava livre. Livre de um lado, escravo de outro. Explico. Eu me libertara da prestação de contas. Ora, agora eu poderia fazer o que bem entender sem dar um pingo de explicação a ninguém, e o principal: sem aquele pesar na consciência por agir como um canalha. Lembro-me deContinuar lendo “EU ERA UM COMPLETO CANALHA”

ANDAR A PÉ CONSTRÓI CARÁTER E LHE ENCHE O ESPÍRITO DE VITALIDADE

Desde que me conheço por gente, ando a pé. Lembro eu, pequenino, a acompanhar minha mãe no itinerário nosso de cada dia: casa, hotel da minha vó, centro, mercado, casa. Eu, vez ou outra, fazia birra. Não queria caminhar. Minha mãe encarava-me com uma face de poucos amigos. Às vezes, apenas com aquele olhar tirânico,Continuar lendo “ANDAR A PÉ CONSTRÓI CARÁTER E LHE ENCHE O ESPÍRITO DE VITALIDADE”