Romantismo, amor e o Dia dos Namorados

Sou um romântico ridículo, e repito: o ridículo é uma de minhas dimensões mais válidas. Acredito no amor eterno. Acredito no amor que vai além da vida e além da morte. Deus me livre ser um niilista do afeto, daqueles que desacreditam tanto no amor que passam a ver atos românticos como frescuras e hipocrisias.Continuar lendo “Romantismo, amor e o Dia dos Namorados”

UMA BOA RELAÇÃO AMOROSA É COMO UMA DANÇA

Me perguntaram, tempos atrás, o que eu considerava uma “boa relação amorosa”. Digo-lhe, leitor, que vejo uma boa relação amorosa como uma dança, onde o homem toma coragem e tira a mulher para dançar. E é ele quem deve conduzir a moça pelo salão. A mulher, envolvida nos braços de seu galanteador, deixa-se ser conduzidaContinuar lendo “UMA BOA RELAÇÃO AMOROSA É COMO UMA DANÇA”