O MEU TRIUNFO DA VONTADE

Desde que passei a escrever quase que diariamente, percebi que mesmo quando amamos o que fazemos, ainda sim há de ter disciplina. Às vezes temos aquela quimera do “dom”. “Ah, esse aí nasceu com o dom de tocar violão. Como pode tocar tão bem?” Acontece que, normalmente o artista mostra o resultado final, mostra aContinuar lendo “O MEU TRIUNFO DA VONTADE”

O QUÃO VAZIO VOCÊ ESTÁ DIANTE DE TANTA INFORMAÇÃO?

O mundo hoje tem uma capacidade atroz de nos entreter. Fico pensando como seria se tivesse Netflix, Facebook, Google, Playstation 4 e Whatsapp na época que Dostoiévski escreveu Crime e Castigo, ou quando Orwell escreveu 1984, ou até mesmo quando Nietzsche escreveu Assim Falou Zaratustra. Será que eles seriam quem seriam? Será que seriam tãoContinuar lendo “O QUÃO VAZIO VOCÊ ESTÁ DIANTE DE TANTA INFORMAÇÃO?”

RELIGIÃO FUNCIONA!

Apesar de não acreditar em Deus algum, sei que a religião funciona. Funciona no sentido que enxuga as lágrimas, acalenta as almas, fortalece vínculos. Ao contrário do que a moçada ateísta militante pensa, Deus é um conceito belo e fornecerá reflexões sobre sua existência ou inexistência até existirem seres racionais no universo. Sou um grandeContinuar lendo “RELIGIÃO FUNCIONA!”

QUANDO A VIDA VALE A PENA

Sabe aquele instante que nunca queríamos que tivesse terminado? Então, qual foi a última vez que isso aconteceu com você? Muitos filósofos já quebraram a cabeça discutindo sobre a vida, ou a vida que vale a pena ser vivida. Entre eles, um se destacou para mim: Friedrich Nietzsche. Nietzsche escreveu em “Assim Falou Zaratustra” queContinuar lendo “QUANDO A VIDA VALE A PENA”

DEMASIADAMENTE HUMANO

Sou um entre bilhões e bilhões. Uma vida, uma dádiva biológica, como você que está lendo isso neste instante. Se tivéssemos noção do quanto a vida é rara, nunca ficaríamos lamuriosos, seja pelo problema que fosse. Nós, ínfimos humanos, homo sapiens sapiens, de racionalidade superdotada, de superegos alterados, fomos capazes de mudar o planeta TerraContinuar lendo “DEMASIADAMENTE HUMANO”