BALADA NÃO É UM BOM LUGAR PARA SE ESTAR

Que semana, meus queridos, que semana. Hoje quero refletir sobre o caso mais aclamado do momento, o de Mari Ferrer, sim. Não sou desses de entrar em polêmicas, e nem quero. Aliás, nem vou me ater às especificidades deste caso, apenas relatarei as reflexões que fiz a partir dele. Não serei mais um juiz daContinuar lendo “BALADA NÃO É UM BOM LUGAR PARA SE ESTAR”

OLHOS FAMINTOS

Ao sentar-me no sofá para assistir a um filme de terror na Netflix, lembrei-me da infância. O leitor já deve ter notado que há semanas venho lembrando da época mais inocente da minha vida. Isso se deve ao fato de obrigar-me a escrever. A escrita me obriga a rebuscar memórias, e como isso é maravilhosoContinuar lendo “OLHOS FAMINTOS”

EU ERA UM COMPLETO CANALHA

Após terminar o meu primeiro namoro, estava livre. Livre de um lado, escravo de outro. Explico. Eu me libertara da prestação de contas. Ora, agora eu poderia fazer o que bem entender sem dar um pingo de explicação a ninguém, e o principal: sem aquele pesar na consciência por agir como um canalha. Lembro-me deContinuar lendo “EU ERA UM COMPLETO CANALHA”

UM PAI, POR OBRIGAÇÃO, DEVE TER UM ANTEBRAÇO LARGO E FORTE

Neste final de semana peguei a estrada, minto: pegamos a estrada. Eu, minha mulher e o Adão, nosso gato preto da sorte. Deixe-me fazer um breve comentário antes de continuar a crônica. Nada como ter um gato. O Adão, apesar de pequenino e de ser apenas um bicho “irracional” — coloco entre aspas, pois, àsContinuar lendo “UM PAI, POR OBRIGAÇÃO, DEVE TER UM ANTEBRAÇO LARGO E FORTE”

PODRES DE MIMADOS!

A humanidade anda muito sem ter o que fazer. Estamos enfados de confortos. Alguns dirão que o pior mal da COVID fora o tédio. Para a grande maioria, sim. O tédio foi tamanho, que, dias atrás, descubro a existência de um pessoal irascível, lutando para que sejam usados os tais “pronomes neutros” ao se comunicarContinuar lendo “PODRES DE MIMADOS!”

O PRIMEIRO BEIJO

Vocês lembram do primeiro beijo? Sim! Aquele beijo que possui uma expectativa infantil e avassaladora. Tornamo-nos psicóticos pensando no primeiro beijo. Criamos uma realidade ficcional: lá está a garota que desejo; ela tem os olhos rútilos e os lábios úmidos. Seus cabelos são compridos e charmosos. Eu chego e, de súbito, a beijo lentamente porContinuar lendo “O PRIMEIRO BEIJO”

A FACULDADE DA VIDA REAL NÃO É COMO EM “AMERICAN PIE”

Eu ainda era um jovem rapaz. Acabara de iniciar na faculdade de Administração. Sentia-me perdido. Obviamente, o curso escolhido fora resultado de minha indecisão. Aquele ditado clássico para quem faz o curso de administração caiu como uma luva para mim: “Administração é curso de quem não sabe o que fazer.” Mas pergunto-lhe, leitor, quem realmenteContinuar lendo “A FACULDADE DA VIDA REAL NÃO É COMO EM “AMERICAN PIE””

DEUS VISITA APENAS CEMITÉRIOS VAZIOS

Fui ao cemitério no último domingo. Era final de tarde. O crepúsculo se iniciava no céu. E como fazia tempo que não pisava em um cemitério, vivi aquela experiência com o máximo de atenção, com o máximo de esmero, se é que me entendem. Acredito que a última vez que havia pisado em um, foraContinuar lendo “DEUS VISITA APENAS CEMITÉRIOS VAZIOS”

A TECNOLOGIA DEVERIA TER PARADO NA PLAYBOY

Eu preciso compartilhar uma lembrança que acometeu-me na véspera: a dificuldade de se conseguir ver mulheres nuas entre os anos 90 e o início dos anos 2000. Nesta época eu tinha entre 8 e 12 anos. Um dos meus primeiros contatos com uma mulher nua foi na escola. Calma! Não é nada do que vocêsContinuar lendo “A TECNOLOGIA DEVERIA TER PARADO NA PLAYBOY”