O AMOR DOCE DE MINHA MÃE

Estes dias, numa sessão de terapia, emocionei-me ao relatar para a paciente em minha frente o momento que cortei o cordão umbilical com minha progenitora. Engana-se quem pensa que o cordão umbilical é cortado logo após o parto. Continuamos naquele enlace de sobrevivência com nossa mãe por mais alguns anos. Ora, ela nos dá deContinuar lendo O AMOR DOCE DE MINHA MÃE

POR QUE PROSTITUTAS NÃO BEIJAM NA BOCA?

Na última crônica, apesar de eu ter escrito palavras a dar com pau, percebi que não foram suficientes. A iniciei com uma indagação cuja resposta quero refletir agora. Ora, por que prostitutas não beijam na boca? Por que introduzir uma língua em uma boca é mais íntimo do que introduzir você-sabe-o-que no lugar que você-sabe-onde?Continuar lendo “POR QUE PROSTITUTAS NÃO BEIJAM NA BOCA?”

SEXO SEM AMOR

Você, leitor, já se perguntou por que prostitutas não beijam na boca? Comecei bem a crônica de hoje! Pergunto isso, pois alguém, estes dias, mandou um áudio num destes grupos de WhatsApp onde só têm homens casados, e, no áudio, um velho reclamava pelo fato de pagar quinhentos reais para sair com uma garota deContinuar lendo “SEXO SEM AMOR”

A MEDIDA DE AMAR É AMAR SEM MEDIDA

Confesso, leitor, que muitas vezes, sento-me aqui, nesta poltrona, e não sei bulhufas do que escrever. Tenho algumas ideias incompletas que vagueiam pelo limbo obscuro da minha inteligência limitadíssima, mas são só frases soltas. Eis que de uma frase solta, eis que de uma mísera palavra, ocorre-me uma lembrança, que faz a minha imaginação trabalharContinuar lendo “A MEDIDA DE AMAR É AMAR SEM MEDIDA”

DIANTE DA MORTE, ABRACE!

Minha vó materna faleceu. Eu preciso escrever sobre isso. Eu preciso deixar marcado em algum lugar os acontecimentos destes últimos dias. Coisa de escritor. Ora, se não houvesse esta vontade obsessiva de relatar as marcas do tempo por meio das palavras, que tipo de escritor seria eu? Eis me aqui, sentado na poltrona do meuContinuar lendo “DIANTE DA MORTE, ABRACE!”

ELA É MUITO MELHOR DO QUE EU

Pensava, na véspera, sobre o fato inexorável e ululante de que tornei-me um homem melhor graças à minha mulher, a Adeline. É inegável! E veja você, leitor, o contraste monumental que há entre o Guilherme de 2018 e o Guilherme de 2022. Se colocasse, em um ringue, estes dois Guilhermes para se pegarem no soco,Continuar lendo “ELA É MUITO MELHOR DO QUE EU”

O TARADÃO DA RUA CEARÁ

Não sei se contei na véspera o que irei escrever agora, mas, se já contei, conto de novo. Uns três meses antes do meu casamento, apareci atônito em casa com a ideia de eu e a Adeline nos mantermos castos até o matrimônio. A resposta dela foi um tonitruante “Quê?!” Neste momento, abaixei a cabeçaContinuar lendo “O TARADÃO DA RUA CEARÁ”

CAFÉ, AMOR E CASAMENTO

Este será um ano abençoado. Ora, não é todo ano que alguém recebe quatro sacramentos. Sim, meu querido leitor, quatro! Em dois dias serão três: confissão, matrimônio e eucaristia. O padre que lute para ouvir meus vinte e nove anos de pecado; minha mulher que tenha paciência para ficar comigo até à morte; e queContinuar lendo “CAFÉ, AMOR E CASAMENTO”

SEM AMOR, EU NADA SERIA

Não caibo em mim de emoção! No dia de ontem, 27 de janeiro de 2022, foi o lançamento do meu terceiro livro, o Ninguém Deveria Envelhecer Sozinho. Entretanto, apesar de ser o meu terceiro livro, foi o primeiro que fiz um evento de lançamento. Sim, meu leitor, um evento com música ambiente, banner, jornalista, umContinuar lendo “SEM AMOR, EU NADA SERIA”

Meu Terceiro Livro: Ninguém Deveria Envelhecer Sozinho

Sim, meus queridos, o meu terceiro livro está pronto! Para quem chegou assim, de supetão, deixe-me dar-lhe um resumo do que é o Ninguém Deveria Envelhecer Sozinho: NINGUÉM DEVERIA ENVELHECER SOZINHO é uma obra confessional. Todas as crônicas, os artigos, os poemas, os contos e as palavras que estão neste livro são uma tentativa quaseContinuar lendo “Meu Terceiro Livro: Ninguém Deveria Envelhecer Sozinho”