NINGUÉM DEVERIA ENVELHECER SOZINHO

NINGUÉM DEVERIA ENVELHECER SOZINHO trata-se da nomenclatura que consegui classificar todos os meus escritos nesta obra. Todos os poemas, contos e palavras que estão neste livro são uma tentativa quase desesperada contra a solidão de afeto amoroso. Confesso a você, leitor, que foi difícil escolher um título que resumisse os textos a seguir. Mas a resposta estava bem na minha cara, berrando alto e dizendo: “Estou aqui! Olha pra mim!” Assim que percebi este axioma, foi como se avistasse uma luz no fim do túnel. É óbvio: todas as minhas reflexões sobre amor, paixão, relacionamento são uma maneira de dizer: “Ora, tome tento, homem! Quem em sã consciência é feliz sozinho? Tudo que você escreve é contra a solidão de afeto. Até mesmo quando você descreve uma semideusa e como ela lhe seduz, o que está implícito é: “Eu quero envelhecer ao lado de uma mulher destas.” Ou quando você argumenta sobre a natureza podre do homem e da mulher, o que está nas entrelinhas é: “Homens e mulheres, tenham consciência de sua podridão para conseguirem envelhecer juntos até a morte e não se tornarem pessoas solitárias e ressentidas pelo fato de não sentirem o gosto de um afeto amoroso.”

Esta obra foi a melhor coisa que já fiz na vida.

Aguardem…

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