COMO UM DEUS

Escrevo porque gosto Escrevo porque me apetece Escrevo para desabafar comigo mesmo Escrevo para expor um homem de atentos e lamentos Quando escrevo, debato com minha mente Surgem tantas ideias e diálogos horrendos E outros até banais Mas nunca são iguais Crio, invento, apago, renomeio Nomeio, morro, vivo, revivo Destruo, reconstruo, sorrio, me irrito Transo,Continuar lendo “COMO UM DEUS”

A FOME E A FALTA DE APETITE

Necessito de amor Um amor perene Não ilusório Nem efêmero Não finja me amar Não há como fingir amor Não se obrigue a me amar Não atente à dor Sofro por dentro Por um amor que não responde Me acabo, me divido, me pergunto Sou tão diferente dos outros homens? Tenho fome deste amor QueroContinuar lendo “A FOME E A FALTA DE APETITE”

AOS MEUS AMIGOS

A melhor coisa do mundo? Amizade, amizade e amizade Tão forte, tão intenso, tão verdadeiro A felicidade preenche todo o momento Rimos, falamos, discutimos, concordamos Bebemos o que tiver pra beber Água, chimarrão, cerveja, vodka, absinto O importante é nos reunirmos Alguns são mais brandos Outros mais efusivos Diferenças que se completam Mas sempre grandesContinuar lendo “AOS MEUS AMIGOS”

DO ACASO À FELICIDADE

Atravessando fronteiras Chego ao acaso Sem mapas, sem rota, sem radar Intuição com direção Bagunça organizada Racionalidade emocionada Evidências comprovadas Por um falso lirismo, talvez Pobre de tristeza Rico de brandeza Passo a passo Sereno e à frente A felicidade é efêmera Se fosse permanente seria tristeza Aceite isso e a vida lhe sorrirá SorriaContinuar lendo “DO ACASO À FELICIDADE”

PRETÉRITO PRESENTE

Dentro daquele quarto vazio Ele pega o violão Velho, sujo, empoeirado Posiciona seus dedos Relembrando o passado A cada repasse de acordes Lembranças vêm à tona Sorriso singelo em seu rosto Que de repente desmorona Acordes menores são tocados Para acompanhar a lamentação Lamenta , lamenta, lamenta Aquela amarga depressão Ora, o silêncio então pairaContinuar lendo “PRETÉRITO PRESENTE”