DESARMAMENTISTAS SÃO COLETIVISTAS E TODO COLETIVISMO É ESCRAVIDÃO

Agora, em épocas de eleições, vemos desinformação de todos os lados. Uma das mais vociferadas por um pessoal histérico é sobre as armas de fogo. O argumento gira em torno de que se liberar as armas, as pessoas vão se matar por qualquer motivo fútil. Vamos com calma. Primeiramente não há nenhum candidato armamentista. Você pensou em Bolsonaro? Bolsonaro vai tentar facilitar a posse, apenas isso. Pelo menos é o que está em seu plano de governo. Aliás, há uma diferença notória entre a posse e o porte. Posse é quando podemos ter a arma em um lugar fixo, seja no trabalho ou em nossa residência. O porte é a liberdade do indivíduo poder andar armado. Ou seja, se tu acha que Bolsonaro vai distribuir armas no mercadinho da esquina para qualquer transeunte, leia o restante do texto, por favor.

Bolsonaro é político, vulgo parasita. Dificilmente o Estado vai facilitar a posse e o porte para sua população, pois há o risco eminente da própria população se revoltar contra os estatistas. Todos os regimes totalitários tolheram a liberdade dos indivíduos de possuírem armas de fogo. Seja o nazismo, o comunismo ou o fascismo. Pois é inegável que as armas trazem segurança para quem as usa. Seria uma quimera se ninguém tivesse armas, se o mal não existisse, se apenas a educação pudesse resolver crimes. Você sabe que não é assim que a banda toca por aqui. O mal está armado até os dentes, logo, a única forma de conter uma pessoa de mal armada, é uma pessoa de bem armada.

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Então o revolucionário de esquerda pode pensar: não há diferença entre pessoas de mal e pessoas de bem. Há, pelo amor de Deus, pare de ser contra a humanidade! No momento que um indivíduo, consciente de suas ações, toma a escolha de agredir propriedades privadas, sem se importar com a dignidade de outro ser humano, neste exato momento ele é mal. Para ficar mais claro: um homem lhe ameaça com uma arma, lhe coagindo a passar todos os seus bens, caso contrário você morre. Como alguém em sã consciência não consegue ver a diferença ululante que há entre estas duas pessoas? Como a intelectual Marcia Tiburi justificando o roubo com a desculpa pútrida de que o capitalismo gera um sentimento de inveja nas pessoas. O quão senil alguém tem de ser para defender isso? Não discordo que o capitalismo gera inveja nas pessoas, mas e daí? O ser humano é invejoso por natureza, o ser humano já fracassou há tempos. Isso não dá o direito a ninguém de agredir pessoas pacíficas.

O meu problema não é ela defender isso, todos podemos defender o que quisermos e quem quisermos, o problema é você querer impor esta opinião “sacral” através de uma gangue monopolista (Estado), e assim, obrigar todos indivíduos que não concordam com você a seguir esta opinião iluminada pelos deuses.

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Você não gosta de armas? Tem repulsa a armas? Tem medo de armas? Não compra, oras! Mas por favor, pare de tentar cercear a liberdade de quem pensa o contrário. Isso é fascismo: impor através do Estado a sua vontade sobre a dos outros. “Ah mas eu sei que as pessoas irão se matar.” “Ah, imagina as brigas de trânsito…” O quão arrogante você é para vaticinar crimes? Nos anos 80 e 90, era normal as pessoas terem armas no Brasil e não era uma carnificina como alguns pensam que vai acontecer com uma posse ou porte mais facilitado. Aliás, a taxa de homicídios por armas de fogo era muito menor do que temos hoje em dia com o Estatuto do Desarmamento, que desarmou apenas quem precisa se defender.

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O âmago deste debate sobre armas de fogo não se trata de estatística/utilitarismo, se trata de ética, se trata de você, indivíduo, ter a liberdade de defender a sua propriedade como bem entender. “Ah Guilherme, mas o brasileiro não tem cultura para ter armas…” Este argumento utilitarista é o motivo pelo qual a célebre frase de Hayek “Coletivismo é escravidão” faz tanto sentido. No momento em que você coletiviza indivíduos e os identifica todos como “brasileiros”, logo, brasileiros não podem ter armas, brasileiros não têm educação, brasileiros são ignorantes, brasileiros são machistas, brasileiros são homofóbicos e etc, o resultado deste pensamento atroz é só um: escravidão.

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O brasileiro não age, o brasileiro não pensa, o brasileiro não tem opinião, pois o brasileiro não existe, brasileiro não é um indivíduo de faculdades mentais. Você aí é um indivíduo, eu aqui sou um indivíduo, nós agimos diferentemente, nós fazemos escolhas diferentes, nós obtemos conhecimentos diversos, nós temos características únicas, e eu não sou ninguém para lhe impor minha vontade, como você não é ninguém para impor como eu devo viver a minha vida. Resumindo: desarmamentistas são coletivistas e todo coletivismo é escravidão.

 

 

Publicado por Guilherme Angra

Me chamo Guilherme Angra, sou um escritor com dois livros publicados e diversos textos postados na internet. (Crônicas, artigos, contos, poemas). Me formei em Administração, pós-graduei-me em Gerenciamento de Projetos e atualmente estudo Psicanálise. Além disso, crio conteúdo nas plataformas do YouTube, Facebook e Instagram. Meu conteúdo baseia-se em reflexões filosóficas sobre as várias nuances da vida: relacionamento, felicidade, tristezas, angústias, trabalho, finanças, intelecto e etc. Espero poder ajudá-lo de alguma forma.

4 comentários em “DESARMAMENTISTAS SÃO COLETIVISTAS E TODO COLETIVISMO É ESCRAVIDÃO

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