O AMOR À POLÍTICA É A FORMA MAIS VIL DE AMAR

O amor à política é a forma mais baixa e vil de amar, pois no momento que um ser humano deixa-se levar por partidos e burocratas, sua percepção de mal e bem tornam-se relativas, assim, justificando qualquer meio para atingir o tão sonhado fim, logo, se o seu burocrata ou seu partido de estimação agredir propriedades privadas para atingir seu objetivo final, estarão justificados, e pior ainda, serão vistos como iluminados sacrais dentro da sociedade, mesmo estes “santos” cometendo as maiores atrocidades possíveis.

Ao ver candidatos como Manuela Dávila na sabatina do programa Roda Viva não conseguir admitir que Pol Pot, Stalin ou Mao foram ditadores sanguinários; ao ver Bolsonaro defendendo torturadores; ao ver Ciro Gomes sendo racista e não sofrer nenhum boicote por parte dos justiceiros sociais; ao ver Guilherme Boulos defender que invasão de propriedade privada é aceitável quando os donos das propriedades são empresários ricos; ao ver que uma sociedade democrática torna crime apenas o que os burocratas acham que é crime, é de se pensar como ainda tem gente que acredita no estado democrático de direito.

Mas tudo isto é fácil de explicar: eles seguem uma cartilha padronizada de direita e esquerda, logo, quando uma questão foge da cartilha, há uma pane no sistema dos estatistas, pois eles não conseguem ver as nuances da vida além do seu pensamento robotizado. Fico analisando as discussões que acontecem entre amigos no Facebook, e tudo se trata de lados, partidos e burocratas. Ninguém consegue sair disto. As pessoas criam uma empatia por ideologias e políticos podres e ficam insistindo nisso mesmo você provando que 2+2 é igual a 4.

Mas meu objetivo aqui é mostrar que qualquer político, ideologia ou partido que defenda um estado que possua o monopólio das leis, da justiça e da violência, está errado. Sendo de direita ou esquerda. Por isso sempre enfatizo que a discussão é muito mais profunda do que realmente acontece por aí. Se você é daqueles que vocifera por aí “Lula livre”, “Ele rouba mas faz”, “Bolsomito”, “É golpe.”, “Intervenção militar já”, não sei se há solução para seu caso, pois está a sofrer de uma doença psíquica chamada síndrome de democracia, onde a vítima se apaixona por seu algoz.

Brincadeiras à parte, este é um panorama que assusta, pois ver indivíduos de bom caráter se maculando por causa de partidos e burocratas é de doer na alma. E então tu percebe que a democracia é anti-humana em sua essência, pois coloca toda a sociedade em conflito, enquanto que a elite política parasitária nos rouba, nos escraviza e não poupa esforços para mandar em nossas vidas privadas.

Ate quando tu vai defender político? Até quando tu vai ter a falsa esperança que “com este” será diferente? Entenda uma coisa: esta é a essência da democracia ou de qualquer regime que consista numa instituição monopolística de expropriação compulsória. Isto acontece em todo o mundo, seja na Suécia, no Brasil, nos Estados Unidos, na Arábia Saudita, na Rússia; a única diferença é o tamanho do estado e o nível de expropriação, mas todos são antiéticos.

Quando vejo colegas discutindo em quem votar para presidente em 2018, eu pergunto: “já pensaram em colocar ‘ninguém’ lá?” Eles me olham assustados, como se fossem acometidos por uma pane nos neurônios, justamente por estarem dentro de um pensamento de massa padronizado. E é justificável: imagine-se, desde seu nascimento até sua vida adulta sempre sendo bombardeado por teorias podres e antiéticas de que o homem é o lobo do homem, logo, é preciso existir um estado (feito por homens, mas óbvio que estes homens são melhores que os outros homens) para não ocorrer a barbárie. É um absurdo completo, porém, a maior parte das pessoas nunca sequer parou para refletir sobre isso.

Bem, é preciso começar de algum lugar. Por mais que digam por aí que o pensamento anti-estado é utópico e impossível. Temos que lutar contra a injustiça, o mal, a escravidão, a agressão, mesmo que seja uma batalha perdida. Cadê a honra da sua humanidade?

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