CULTURA DO ESTUPRO?

Uma garota de 16 anos foi estuprada por 33 lixos humanos. Estupro: um dos crimes mais horrendos e bárbaros que existe! O homem que faz isso com uma mulher merece no mínimo ser castrado. Não estou brincando, é sério. Um homem destes é um doente, uma escória da humanidade que nunca deveria ter nascido, mas já que nasceu, temos que lidar com este grave problema.

O que me admira são pessoas inocentes falando que isso se deve à “cultura do estupro”, logo temos que ensinar os homens a não estuprarem. Primeiro, quem estupra não é homem, é um psicopata doente. Segundo, não há o que ensinar para esses psicopatas. Temos que fazer justiça, ou seja, puni-los severamente. E o que há de mais cômico nessa história é que a maioria daqueles que estão dizendo que isso se deve à cultura do estupro, são os mesmos que defendem penas mais brandas para criminosos, desarmamento da população civil e de nossa polícia e ressocialização de psicopatas.

Temos que lidar com um problema destes com os pés no chão. Não adianta mudar a foto de perfil do Facebook ou escrever textão na internet proferindo toda sua indignação, mas depois, quando acontece um arrastão no Rio de Janeiro onde os “burgueses” são roubados em plena luz do dia, vem dizer que a culpa é da vítima. Como os retardados que falam que a culpa do estupro foi da menina.

Por mais que a garota estivesse bêbada, sem roupa, ou drogada, nada justifica um estupro. Ponto! Mas vivemos em um mundo doente, e pasmem!? Ele sempre foi assim! Sempre existiu e sempre existirá estupradores, maníacos e assassinos. Não importa o quanto nos indignemos com estes crimes hediondos. A mulher é a que mais sofre, principalmente por sua força física ser menor que a de um homem, e é óbvio que um estuprador ou bandido escolherá um alvo mais suscetível e que incorra menos risco à sua vida. Quando um pai ou uma mãe diz à sua filha: “não beba muito”, “coloque uma roupa mais comprida”, “não volta tarde” ou “não ande com estranhos”, isso não quer dizer que vivemos na cultura do estupro, quer dizer apenas que os pais sabem como o mundo funciona, e que há pessoas doentes em todos os lugares.

Já que a mulher não pode se igualar aos homens em força física, a única opção é o porte de armas, que é tão odiado pelos nossos intelectuais progressistas. Comparemos o Reino Unido, que tem uma das legislações mais restritivas do mundo ao porte de armas e os Estados Unidos, que tem o maior número de armas na mão da população civil do planeta: o índice de estupro no Reino Unido é 125% maior que nos Estados Unidos. Esse número comparativo é assustador. Mulheres, se armem!

E não adianta vir aqui e dizer: “não é a vítima que precisa aprender a se defender, e sim os criminosos que precisam aprender a não cometer crimes”. Enfatizo novamente: as pessoas más sempre irão existir, então sim, quanto mais pudermos nos defender, melhor. Não vivemos em um mundo utópico onde podemos dar livros e terapias para estupradores e então, magicamente eles nunca mais vão estuprar.

A primeira vez que li o termo “cultura do estupro” fiquei pensando se a sociedade brasileira enaltecia este tipo de crime. Acho que não! 72% da população brasileira é a favor de pena de morte para estupradores e também não vejo ninguém por aí defendendo bandidos como o Champinha, aquele mesmo que junto com três comparsas mataram um casal de namorados, sendo que a menina foi estuprada por dias e depois morta com golpes de facão. Ah, senão me engano, tem gente que defendeu este filho da puta por ele ser menor de idade, quem é mesmo que defendeu ele? Santa hipocrisia.

E para terminar, se você quiser sentir o gosto de vingança contra estupradores, há dois ótimos filmes: Doce Vingança 1 e Doce Vingança 2. Se delicie vendo estupradores sendo torturados e mortos das piores maneiras possíveis, e sim, fico imensamente feliz quando um ser repugnante destes leva a pior!

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